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Como a aviação pode impactar um time brasileiro na Libertadores 2026

Imagem: ASP
Imagem: ASP

O Mirassol foi a grande sensação do Campeonato Brasileiro de 2025. O time estreante terminou em uma surpreendente quarta colocação, garantindo vaga para a cobiçada Conmebol Libertadores deste ano. Entretanto, antes da grande estreia, o clube precisará cumprir algumas medidas estabelecidas por ordem da Conmebol. E uma delas tem relação com a aviação.


O time primeiramente precisou estabelecer a criação de um clube de futebol feminino, já que a Conmebol só libera times em suas competições se os mesmos tiverem equipes de ambos os gêneros. A segunda medida, é a necessidade da internacionalização do Aeroporto de São José do Rio Preto.


O time, por ordem da entidade organizadora do evento, se quiser mandar os seus jogos em seu estádio, o José Maria Campos Maia (conhecido popularmente como Maião), precisaria de um aeroporto internacional a, no máximo 150km do local. O aeroporto mais próximo da cidade de Mirassol, é o de São José do Rio Preto, cidade vizinha também do interior paulista, e embora bastante importante e tradicional, o aeródromo não possui ainda a licença para voos internacionais.


Em Dezembro, houve autorização da Anvisa e aval da Polícia Federal para início do processo, mas até o momento não há atualizações sobre o andamento da internacionalização do Aeroporto Professor Eriberto Manoel Reino.


O Mirassol está classificado para a Fase de Grupos do campeonato, com início em 7 de abril deste ano. Caso a equipe não consiga a internacionalização em tempo hábil, é possível que o Leão do interior paulista tenha que mandar os seus jogos iniciais na capital do estado, em estádios como o Pacaembu, Neo Química Arena, Morumbis ou Allianz Parque, por isso a equipe corre contra o tempo para ter a sua fortaleza presente na Libertadores. Em seu estádio, a equipe terminou o Brasileirão sem perder.

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