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GOL confirma incorporação de aeronaves Airbus A330neo para sua malha aérea

Imagem: Representação Gráfica - reprodução proibida
Imagem: Representação Gráfica - reprodução proibida

Nesta sexta-feira, 6 de março de 2026, a Gol Linhas Aéreas e o Abra Group confirmaram, por meio de um fato relevante ao mercado, a alocação de até cinco aeronaves Airbus A330-900neo para operação direta pela companhia brasileira. As aeronaves serão obtidas por meio de acordo com a empresa de leasing Avolon, com entregas previstas ao longo de 2026.


Desde sua fundação em 2001, a Gol Linhas Aéreas operou aeronaves da família Boeing 737 como base de sua frota. A introdução do Airbus A330-900neo representará a inclusão de um novo modelo de aeronave nas operações da empresa.


As aeronaves não são encomendas diretas da fabricante Airbus, mas unidades que estão sendo devolvidas pela Azul Linhas Aéreas à Avolon. Os aviões pertencem à família A330neo e são equipados com motores Rolls-Royce Trent 7000.


As matrículas e números de série (MSN) previstos são:


PS-WGA (MSN 1876 – antigo PR-ANZ)

PS-WGC (MSN 1895 – antigo PR-ANY)

PS-WGD (MSN 1924 – antigo PR-ANX)

PS-WGE (MSN 1934 – antigo PR-ANW)

PS-WGF (MSN 1952 – antigo PR-ANV)


De acordo com as informações divulgadas, a Gol Linhas Aéreas deverá utilizar recursos e infraestrutura da Avianca, que também integra o Abra Group e opera aeronaves da fabricante Airbus. O suporte inclui treinamento de pilotos, comissários e equipes de manutenção.


A introdução de aeronaves Airbus A330-900neo permitirá a operação em rotas de maior distância e capacidade, incluindo voos internacionais de longo curso. A empresa também poderá ampliar a capacidade de transporte de carga no porão das aeronaves.


Segundo o Sindicato dos Aeronautas (SNA) bases operacionais serão o Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos (GRU) e o Aeroporto Internacional do Galeão (GIG).


Durante o processo de introdução das aeronaves na frota, e ao atraso da Azul Linhas Aéreas, a companhia poderá manter acordos de wet lease (ACMI) com outras empresas para atender à demanda operacional.


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