Azul recebe o último do lote de 7 Embraer E195-E2 previstos até o fim de 2025
- Miguel Barbosa

- 30 de dez. de 2025
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A Azul Linhas Aéreas recebeu terça-feira (30) a sua 41ª aeronave Embraer 195-E2, de matrícula PS-ADN, batizada de “Nossa Azul”. A incorporação marca a última entrega do modelo prevista para o ano de 2025, encerrando o pacote anunciado para o segundo semestre.
Ao longo de 2025, a companhia recebeu 14 aeronaves da família E2, sendo esta a sétima e última unidade prevista para entrega até o fim do ano.
O PS-ADN (MSN 19020201) deixou o hangar da Embraer em São José dos Campos (SP) no domingo (29), com destino a Montevidéu, no Uruguai, onde passa pelas etapas iniciais do processo de nacionalização. O procedimento ocorre no exterior pelo fato de a aeronave pertencer a uma empresa estrangeira de leasing, responsável pelo arrendamento à Azul.
Após essa fase, o jato seguirá para o Aeroporto Internacional de Confins (MG), onde serão concluídos os trâmites regulatórios antes do início das operações comerciais.
Segundo a companhia, a chegada do novo E2 reforça a estratégia de renovação e padronização da frota, com foco em eficiência operacional e redução de custos. O Embraer 195-E2 proporciona uma redução de até 26% no CASK (custo por assento-quilômetro) em relação à geração anterior, além de contribuir para a diminuição da idade média da frota.
“O E2 é uma aeronave central no planejamento de frota da Azul, porque reúne eficiência operacional, desempenho e redução de custos. Encerrar o ano com a entrega da 41ª aeronave desse modelo reforça a consistência da nossa estratégia de renovação, com foco em uma frota cada vez mais moderna e competitiva”, afirmou Raphael Linares, diretor de Frota e Programas de Aeronaves da Azul.
Considerado o avião comercial mais moderno já fabricado no Brasil, o Embraer 195-E2 possui capacidade para até 136 passageiros na configuração adotada pela Azul. O modelo conta com wi-fi a bordo, telas individuais em todos os assentos e motores de nova geração, que permitem redução de até 29% nas emissões de CO₂, além de menor nível de ruído e maior conforto aos passageiros.









